Palatinose 125g – Amesse | O carboidrato que a maltodextrina nunca conseguiu ser — Palatinose AMESSE 125g: isomaltulose de baixo índice glicêmico com 20 anos de pesquisa publicada em PubMed sobre performance de endurance
✅ Suplemento alimentar notificado na Anvisa, sob nº 25351052095202600
O que é a Palatinose — a identidade química que a descrição original não revelou
A Palatinose é o nome comercial da isomaltulose — um dissacarídeo formado por glicose + frutose, ligadas por uma ponte glicosídica α-1,6 (em vez da α-1,2 da sacarose comum). Essa diferença de um único número — de α-1,2 para α-1,6 — é o que muda tudo.
A ligação α-1,6 é resistente à hidrólise rápida pela enzima sacarase intestinal — a digestão é lenta, controlada, com liberação gradual de glicose e frutose na corrente sanguínea durante 2 a 3 horas em vez de minutos. O resultado é um perfil de glicemia estável, sem pico insulínico, com oxidação de gordura mantida durante o exercício — o que a maltodextrina e a sacarose não conseguem oferecer por design.
💡 De onde vem a palatinose: a isomaltulose é produzida industrialmente a partir da sacarose (açúcar de cana) por ação enzimática de bactérias da espécie Protaminobacter rubrum — uma transposição da ligação glicosídica que converte sacarose em isomaltulose. Está presente naturalmente em mel e em cana-de-açúcar em pequenas quantidades.
A química do índice glicêmico — por que IG baixo importa para performance
O Índice Glicêmico (IG) mede a velocidade com que um carboidrato eleva a glicose sanguínea em relação à glicose pura (IG = 100):
| Carboidrato | IG | Comportamento no sangue |
|---|---|---|
| Glicose | 100 | Pico máximo em ~15–20 min |
| Maltodextrina | 85–110 | Pico rápido e queda brusca |
| Sacarose (açúcar) | 65–70 | Pico em ~30 min |
| Palatinose™ (isomaltulose) | 32 | Gradual — platô por 2–3h |
| Frutose | 19 | Lenta mas não ergogênica |
A diferença entre IG 100 (maltodextrina) e IG 32 (palatinose) não é apenas “menos doce” ou “mais saudável” — é um perfil completamente diferente de fornecimento de energia ao músculo durante o exercício:
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Maltodextrina: pico glicêmico → pico insulínico → supressão da lipólise → dependência exclusiva de carboidrato → glicogênio esgotado mais rápido → queda brusca de performance quando os estoques acabam
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Palatinose: glicemia estável → insulina moderada → lipólise mantida → oxidação de gordura preservada como combustível paralelo → glicogênio poupado por mais tempo → performance sustentada por mais tempo
O que os estudos publicados documentaram — com precisão
🚴 Estudo König et al. (2016) — PubMed ID 27347996
RCT duplo-cego com ciclistas treinados: protocolo de 90 minutos de ciclismo + contra-relógio. Grupo palatinose (PSE) vs. grupo maltodextrina (MDX):
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Glicemia: grupo palatinose manteve perfil estável durante todo o exercício; grupo maltodextrina apresentou queda glicêmica aos 60 minutos
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Oxidação de gordura: significativamente maior no grupo palatinose (preservação do glicogênio muscular)
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Performance no contra-relógio: grupo palatinose completou em menos tempo — melhora estatisticamente significativa
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Conclusão dos autores:“PSE maintained a more stable blood glucose profile and higher fat oxidation during exercise, resulting in improved cycling performance compared with MDX”
🏃 Estudo Bracken et al. (2012) — PubMed ID 22051571
Isomaltulose vs. dextrose em corredores de alta intensidade: a isomaltulose produziu melhora das respostas glicêmicas ao exercício e performance equivalente à dextrose na corrida de alta intensidade — com menos flutuação de glicemia.
⚽ Estudo com futebolistas — protocolo intermitente
22 jogadores universitários, 120 minutos de protocolo simulado: isomaltulose manteve concentração de glicose 13% maior entre 75–90 minutos em comparação com maltodextrina, que apresentou declínio glicêmico aos 60 minutos. Atenuação mais eficaz da resposta catecolaminérgica nos momentos finais do jogo.
🧠 Estudo Young et al. (2015) — PubMed ID 25311061
Isomaltulose como fonte de carboidrato no café da manhã de crianças: glicemia mais estável associada a performance cognitiva superior em testes aplicados 3 horas após a refeição — o efeito de sustentação de glicose cerebral que fun










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